FRAGOSO
 
" Dar a conhecer a história de uma terra é dinamizar a sua vida social, cultural e patrimonial... É reforçar a sua identidade... É distinguir-se e aproximar-se daquelas que lhe são vizinhas ".                  
                                                                                                                      J.J.Beirão
  
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PUBLICAÇÕES - J. J. SALEIRO BEIRÃO
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Volume com 175 páginas
Dimensões de  21 x 15 cm.

Imagens a cor



MEMÓRIA HISTÓRICA


E TRADIÇÃO


A Ermida de S. Vicente surge num contexto cristão que nos remete para tempos ancestrais nos quais a água, elemento deificado, teve certamente influência na localização da mesma.

A análise histórica leva a primitiva construção para uma época de influência visigótica o que em conjugação com a tradição permite apontar esta pequena Ermida como a primeira Igreja de Fragoso.


Todo a conjuntura evoca o período da cristianização altura em que a fé ainda vive numa simbiose com as crenças pagãs apoiadas em superstições e outras práticas que S. Martinho de Dume e de Braga, no séc. VI, condena de forma veemente.


A esta Ermida concedeu D. Afonso Henriques em 1127 Carta de Couto, o primeiro documento escrito conhecido do, então, Infante, segundo José Mattoso.




TÍTULOS

PREÂMBULO


INTRODUÇÃO


LOCALIZAÇÃO


PRIMÓRDIOS - UMA HIPÓTESE
DADOS TOPONÍMICOS
DADOS ARQUEOLÓGICOS
OS POVOS ANCESTRAIS E A DIVINDADE


O CRISTIANISMO E A SUA AFIRMAÇÃO
O REACENDER DE PRÁTICAS PAGÃS
UMA COMUNIDADE – UMA IGREJA
ERMIDA DE S. VICENTE


SACRALIZAÇÃO DO CULTO PAGÃO
A ERMIDA E AS “PARÓQUIAS” RURAIS
A ERMIDA IN “O BISPO D. PEDRO
A ERMIDA E O MOVIMENTO EREMÍTICO
S. VICENTE NOS CAMINHOS DE SANTIAGO
A ERMIDA E AS INQUIRIÇÕES
A ERMIDA E A RAINHA SANTA ISABEL


A ERMIDA ENTRE O PRIMEIRO E O SEGUNDO MILÉNIO

CAPELA/ERMIDA DE S. VICENTE OU DE S. JOÃO - UMA REFELEXÃO
O LUGAR DE S. VICENTE
REFERÊNCIAS HISTÓRICAS


S. JOÃO – UMA LEITURA
OS FESTEJOS DE S. JOÃO
O PROFANO
O RELIGIOSO


PRIMEIRA FESTA DE ÍNDOLE RELIGIOSA
CONCLUSÃO


MEMÓRIA EM IMAGENS
IMAGENS COMPLEMENTARES


APÊNDICE
TOPONÍMIA


ADITAMENTO À INSTRUÇÃO PASTORAL DE S. MARTINHO DE DUME…
A MITOLOGIA ROMANA
CRENDICES
S. MARTINHO DE DUME E OS DIAS DA SEMANA


BIBLIOGRAFIA
ÍNDICE

    


       
       
 
LOCAIS DE VENDA
         
    

   
FRAGOSO

PAPELARIA VIEIRA
  Rua da Agra
(Perto do Café Quipão) 
      
   
   SUPERMERCADO 7
  
Rua Dr. José A. Vieira
(Acima da Igreja de Fragoso)
      
   

FORJÃES

PAPELARIA MODERNA

Centro C. 2 Rosas
 
                  
   

   
BARCELOS
  
Livraria Cecílio
(Ao lado da Câmara)
      
   

VIANA DO CASTELO
  
LIVRARIA CATÓLICA
  
Rua da Bandeira
      
   
BARROSELAS
  
LIVRARIA PAPELARIA
HERMES
    
Largo da Estação



  Topo 

     
   


Volume com 132 páginas
Dimensões de  22 x 15 cm.



   
FRAGOSO
 

   
O COUTO DE S. VICENTE - O LUGAR DE CARDOSO
   

    O COUTO DE S. VICENTE - Após a primeira publicação sobre o Couto de S. Vicente de Fragoso em 2002, novos dados surgiram. Cabe agora dar a conhecer todo o empenho colocado pelos moradores de Fragoso na defesa e manutenção dos privilégios do seu Couto e Município Rural.

    O LUGAR DE CARDOSO - Debate-se também aqui uma questão, que vem de longo tempo, relacionada com o lugar de Cardoso em Fragoso, lugar muitas vezes referido, mas de difícil compreensão para quem questiona a sua origem e a sua ligação com a vizinha freguesia de Tregosa.
   
 
CAPÍTULOS:

         O Couto de S. Vicente de Fragoso

Vigência do Couto 

Administração do Couto 

Doação de D. Dinis a Mestre Martinho 

Devassa do Couto por D. Afonso IV 

Eleição dos Oficiais do Couto 

Contenda com a Câmara de Barcelos 

Jurisdição do Juiz do Couto 

Couto e Freguesia de S. Vicente de Fragoso? 

Confirmação do Couto por D. João V 

Oficiais do Couto desde 1631 

Professores e Cirurgiões Régios

O Lugar de Cardoso

     

História e tradição 

Cardoso, uma freguesia extinta? 

S. Miguel de Torganosa no Liber Fidei

“Cardos” in O Bispo D. Pedro

O testemunho das Inquirições 

Paralelismo de Tregosa com outras povoações 

Cardoso no Numeramento de D. João III 

Cardoso em Assentos Paroquiais 

Limites de Fragoso com Tregosa 

O Lugar da Torre
Conclusão 

      


       
       
 
LOCAIS DE VENDA
         
    

   
FRAGOSO

PAPELARIA VIEIRA
  Rua da Agra
(Perto do Café Quipão) 


  

FORJÃES



 
 
VIANA DO CASTELO


   
  





   


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Volume com 275 páginas
Dimensões de  24 x  17 cm.

               


FRAGOSO
 
UM COUTO EM TERRAS DE NEIVA

A presente publicação parte do contexto histórico em que foi concedida a primeira Carta de Couto por D. Afonso Henriques, no ano de 1127, com apenas de 18 anos de idade.

Nela se relata a história do Couto de Fragoso, denominado de S. Vicente de Fragoso, que integrava a Ermida de S. Vicente, no lugar de S. Vicente, e a Igreja de S. Pedro.

Nesta obra se descrevem as  vicissitudes do Couto enquanto Município Rural, na sua relação com a Câmara de Barcelos, bem como o percurso do Benefício da sua Igreja concedido a vários donatários.

A organização eclesiástica do Couto, a sua estrutura orgânica, as Memória Paroquiais, e ainda documentos de administração militar e o seu património cultural são elementos que fazem parte do  conteúdo do livro.  


        CAPÍTULOS:..       .As Origens do Couto de S. Vicente de Fragoso.
        Percurso e Afirmação do Couto
        Organização Eclesiástica do Couto.
        Estrutura Orgânica do Couto.
        Fragoso nas Memórias Paroquiais de 1758....
        Documentos de Administração Militar.
        Tombo da Igreja de S. Pedro de Fragoso.
        Património Histórico Cultural
              
Património Civil
               Património Religioso

 

        APÊNDICE:            Contém documentos  que não se encontram em arquivos nacionais.





    
      
     
LOCAIS DE VENDA
     
     
   
FRAGOSO
   
PAPELARIA VIEIRA
  Rua da Agra
(Perto do Café Quipão) 

   

FORJÃES
  


   

VIANA DO CASTELO



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Volume com 359 páginas
Dimensões de  24 x  17 cm.

     
Edição do Autor
ISBN  972-95888-5-6

        
TOMBOS DAS IGREJAS DE FRAGOSO
S. Vicente - 1493  e  S. Pedro - 1563 e 1770


Os Tombos de Fragoso – S. Vicente e S. Pedro – são um inventário dos bens que constituíam o património das suas Igrejas.

Exigidos pelas Constituições Arquidiocesanas, eram os seus beneficiários quem mandava proceder à sua feitura.

Quem foram os beneficiários da renda das Igrejas de Fragoso? A pergunta surge com pertinência perante o volume de bens que se encontram descritos nos Tombos e a riqueza que podiam gerar. Entender este conceito de riqueza implica recordar que o mundo antigo era essencialmente agrícola. O domínio da terra e a sua rentabilidade eram a expressão da opulência e do poder de então.

Muitos interesses giravam à volta do rendimento das propriedades, mas eram essencialmente os dízimos e as primícias que constituíam a maior fonte de receita, e o percurso dos bens sofreu as consequências derivadas dessa situação, de que resultaram vários donatários.

Para além da publicação dos Tombos procurou-se, dentro do possível, descrever tudo o que se impôs às Igrejas de Fragoso cujo benefício ultrapassou as fronteiras dos seus limites próprios: por um lado, Santa Maria de Abade de Neiva no ano de 1301 e, por outro, a Colegiada de Barcelos em 1434, a Igreja Patriarcal de Lisboa em 1721, e a Colegiada de Vila Viçosa em 1772, com confirmação pontifícia de 1806.

Os Tombos reunidos no presente volume constituem documentos de inestimável valor e uma fonte de informações socio-económicas, etnográficas, toponímicas: elementos que pertencem à memória perene da história local.


       

CAPÍTULOS:..       Prefácio
Identificação das Igrejas
O Património Paroquial
Composição da Renda da Igreja - Tombo de 1770
Usos e Costumes - Tombo de 1770
Os Donatários do Benefício das Igrejas
A Côngrua do Vigário de Fragoso
Na Senda dos Tombos - Fonte de Informações
Os Tombos de 1493, 1563 e 1770


APÊNDICE:             Carta da Criação do Tesoureiro-mor da Colegiada de Barcelos
Legados Pios e Juízo dos Resíduos

Requerimento para arrendamento da Residência Paroquial

Arrematação da Residência e Passal

Emprazamentos do Casal de Bouça Má (1725) e do Casal de S. Vicente (1756)

   



 
       








ESGOTADO
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Topo 

              


         
Volume com 112 páginas
Dimensões de  21 x  15 cm.
     
Edição do Autor
ISBN  978-989-95731-1-6     
                 

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FRAGOSO
NOS CAMINHOS DE COMPOSTELA

- SANTA ISABEL PEREGRINA DE SANTIAGO -

             

Trabalhar os Caminhos de Compostela é debater um tema sobejamente explorado. Reflectir, porém, sobre eles num espaço geográfico limitado, a freguesia de Fragoso, é juntar elementos distantes de séculos, eventualmente contestados, mas não por isso desprovidos de lógica contextual que nem o próprio tempo conseguiu apagar.

É isso mesmo que torna entusiasmante reflectir sobre um passado bem guardado, cheio de história documentada onde a tradição e a lenda também se afirmam como aconteceu no Couto de Fragoso.

A presente publicação debruça-se sobre a peregrinação de Santa Isabel a Santiago de Compostela em 1325, com passagem por Fragoso, tendo por base a tradição e a lenda, além de alguns elementos históricos.



CAPÍTULOS:          Origem do culto a Santiago;  
Peregrinações;  
Caminhos de Santiago;
Fragoso Caminho Isabelino de Compostela – Primeira peregrinação de D. Isabel – 1325;
A tradição e a lenda;
Segunda peregrinação de D. Isabel a Santiago – 1335;
Património do trajecto por S. Gonçalo / S. Vicente;
Conclusão;
Apêndice documental.  


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ESGOTADO




  Topo 

   
 
       
    

 
 
Volume com 493 páginas
  Dimensões de 24 x 17 cm.
     

  
               
     .ABADE BEIRÃO
Biografia – Obra Poética – Genealogia
    
 

O P.e Joaquim Gonçalves Gomes Beirão nasceu em Fragoso – Barcelos no ano de 1892. Ordenado sacerdote em 1914, foi prefeito e ecónomo do Seminário Menor, em Braga, pároco de Mar, Esposende, e pároco colado (vitalício) de Fragoso, com o título de Abade.

Foi  Presidente da Junta de Freguesia de Fragoso e membro do Conselho Municipal de Barcelos.

A seu pedido, em 1963, foi nomeado Capelão do Santuário de Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo, tendo regressado a Fragoso em 1976.Dezembro.31, onde viria a falecer em 1981 Março 7.

Como passatempo, escrevia poesia que deve ser entendida à luz da época em que foi redigida. Encontrava-se dispersa por vários cadernos e folhas soltas. Foi reunida e publicada sob os seguintes temas:1 - Na intimidade; 2 - Atitudes; 3 - Mistérios; 4 - Marianos; 5 - Em  louvor  do  sacerdócio; 6 - Celebrando o matrimónio; 7 - Homenagens; 8 - Terras, devoções e suas gentes; 9 - Nova Era; 10 Ao correr da pena. 


            LINHAGEM

Na linha materna, foi seu ascendente em Fragoso José Félix Machado (Marinho Falcão), da Casa da Cabana (Quintiães), de quem descendem  os ramos de Covêlo, Félix Machado e  Casa do Poço.

Na linha paterna descende da Casa das Penas, em Fragoso, bem como as famílias Martins Figueiras, Vieites Duarte, Cruz (lug. da Senra), Gomes Beirão, Gonçalves de Sá/Neto (Peixoto, Mariano, Julianas), Gonçalves de Sá/Neto (lug. da Barrosa).  

    
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ESGOTADO
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Volume com 289 páginas
  Dimensões de 24 x 17 cm.


 FRAGOSO
   
DISTRITO DE JUIZ DE PAZ


    

O Distrito de Juiz de Paz de Fragoso foi criado por Dec. de 2 de Novembro de 1841, tendo ocorrido a primeira audiência em Carapeços a 28 de Janeiro de 1842.

A sua área abrangia as freguesias de Aborim, Aguiar, Aldreu, Alheira, Alvito (S. Martinho), Alvito (S. Pedro), Balugães, Campo, Carapeços, Cossourado, Couto, Durrães, Feitos, Fragoso, Galegos (Santa Maria), Galegos (S. Martinho), Ginzo, Lijó, Palme, Panque e Mondim, Quintiães, Quiraz, Roriz, Silva, Tamel (S. Fins), Tamel (Santa Leocádia) e Tregosa.

O trabalho publicado visa divulgar o que outrora foi uma das actividades relevantes na área conciliatória e judiciária sob a designação de Juiz de Paz.
Esta instituição – Juiz de Paz – atraiu a simpatia de uns e foi rejeitada por outros. O seu percurso foi oscilante. Quase extinta, foi reforçada com novas funções: à competência civil juntou-se a competência criminal. Todavia, acabou gradativamente por esmorecer de modo especial ao ser-lhe subtraída, na segunda metade do século XX, a função conciliatória que esteve na génese da sua criação e que começou por ser a sua única atribuição.

Os dados publicados, além de outras informações, permitem conhecer a situação socioeconómica das freguesias que constituíram o Distrito de Paz de Fragoso ao longo de vários anos da sua existência.Foi suportada, no século XIX, por uma legislação tão instável quanto o foi a evolução política. A sede do Distrito foi sujeita a transferência de umas freguesias para outras e, consequentemente, alterada a área de intervenção do Juiz de Paz.

     


            CAPÍTULOS:

                                        História do Juiz de Paz
                                        Resumo de autos de conciliação e não conciliação (Partilhas, Dívidas, Água ...)
                                        Auto de Corpo de Delito
                                        Recenseamentos eleitorais de vários anos e das 28 freguesias do Distrito
                                        Relação dos Juízes de Paz e Substitutos
                                        Datas de partilhas realizadas no Juiz de Paz

  



 
   
       
LOCAIS DE VENDA
      
       
   
FRAGOSO
   
PAPELARIA VIEIRA
  Rua da Agra
(Perto do Café Quipão) 

 
FORJÃES
  


      
  

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Por j.j.saleiro beirão..

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