FRAGOSO 

"A cultura é a base do desenvolvimento. Ditoso o povo que, consciente do caminho a seguir, investe no que de mais precioso tem para fomentar o seu progresso e afirmação.                                                                                                                                                                                                                                                                                                    J.J.Beirão
   
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AUTORES E PUBLICAÇÕES DE FRAGOSO
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Capa
       
Volume com 590 páginas
Dimensões de  29 x  21 cm.

   

TESE DE DOUTORAMENTO

 Arquitectura Romana em Bracara Augusta – Uma análise das técnicas edilícias.
   
    Jorge Manuel Pinto Ribeiro nasceu em França em 1974. Recentemente concluiu o doutoramento em Arqueologia na Universidade do Minho. O presente trabalho corresponde à dissertação de doutoramento subordinada ao tema da arquitectura romana de Bracara Augusta realizada a partir do estudo dos materiais e das tecnologias aplicadas nas construções. O autor começa por realizar uma introdução ao estudo da edilícia e seguidamente aborda essa temática apoiando-se nos vários elementos que constituem o processo construtivo: materiais, fundações, elementos verticais, coberturas, acabamentos e infra-estruturas de aquecimento, abastecimento e drenagem de água. Num último capítulo apresenta uma abordagem do processo construtivo de dois edifícios representativos da cidade romana de Braga. O trabalho comporta dois volumes, um primeiro de texto e um segundo que engloba toda a documentação gráfica produzida.
 
Colecção de Epigrafia e de Arquitectura Antigas
     
    A presente publicação, consiste num trabalho coordenado por Luís Fontes, assessor da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho e especialista em arqueologia medieval, tendo contado com o contributo de Helena Carvalho, investigadora e docente da Universidade do Minho, Belisa Vilar e Jorge Ribeiro, jovens arqueólogos que têm colaborado com esta instituição desde a conclusão das suas licenciaturas.
Este trabalho insere-se no projecto de inventariação do património da Arquidiocese de Braga, dando a conhecer, neste particular, a arqueologia lítica que integra as colecções do Museu Pio XII. De referir, que muitas das peças apresentadas resultam de escavações ou de recolhas realizadas pelo Cónego Luciano Afonso dos Santos, arqueólogo, historiador e sacerdote, natural de Alvarães. O presente livro integra um conjunto de quatro volumes, abordando respectivamente as colecções de Epigrafia e de Arquitectura Antigas dos séculos I a.C. – VII d.C. (Volume I e II) e as colecções de Epigrafia e de Arquitectura Medievais (Volume I e II). O volume que apresentamos corresponde a um catálogo constituído por uma selecção dos elementos arquitectónicos romanos e medievais mais representativos do rico espólio do Museu Pio XII. Cada capítulo é precedido de um mapa que assinala a proveniência das peças, seguido das fichas ilustrativas das mesmas.   

J. Joaquim Beirão




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Volume com 270 páginas
Dimensões de  21 x  15 cm.

         
   
AS DIFICULDADES NÃO MATAM O SONHO 
   
   
Autobiografia 
 
     
    Isaura Félix de Queirós nasceu no lugar do Ruão, em Fragoso – Barcelos, no ano de 1938. Actualmente encontra-se na situação de aposentada na qualidade de Professora do Ensino Primário.
    A presente publicação é uma história de vida,  a cronologia de um percurso em que são relatadas vivências pessoais ligadas a uma época complicada sob o ponto de vista social e familiar: o período a seguir à segunda Grande Guerra.
    Na altura, o agregado familiar não podia dispensar a mão-de-obra por mínima que ela fosse, nem sequer o trabalho dos mais pequenos. O contributo de todos era necessário no labor da casa, onde as dificuldades eram uma realidade constante. A mulher era a dona de casa, conjugando as lides domésticas e do campo com a criação dos filhos, normalmente muitos, muitos filhos.
   Pretender seguir outros caminhos, sair deste esquema, sonhar com voos mais altos, significava entrar em confronto com regras bem definidas, algumas bem rígidas e quantas vezes impostas pelo próprio meio familiar. Enfrentar tantas contrariedades exigia muita coragem, força de vontade e espírito de sacrifício.
     Estes foram os passos de Isaura Queirós que com determinação e inteligência, aproveitando minuto a minuto os seus tempos livres, iniciou uma caminhada sentida, mas compensadora, primorosamente descrita nesta autobiografia, onde se cruzam vivências, relatos e histórias de vida que deixam intuir uma grande realização pessoal contribuindo de forma inequívoca para o enriquecimento da história sociológica do povo de Fragoso.

J. Joaquim Beirão



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Volume com 206 páginas
Dimensões de  21 x  15 cm.
       

   

À DESCOBERTA  DA NOSSA TERRA 

Aldreu – Balugães – Durrães – Fragoso – Palme
     
 

Era uma vez um sonho… um sonho que se tornou realidade!

A concretização desse sonho é o trabalho agora publicado na sequência da recolha efectuada, nos anos lectivos de 2007/2008 e 2008/2009, pelas crianças dos Jardins de Infância do Agrupamento Vertical das Escolas de Fragoso junto dos seus pais e avós e ainda de outros elementos da comunidade, sob a orientação das respectivas educadoras.

São muitas as tradições, lendas, cantigas populares, jogos tradicionais, trava-línguas, lengalengas, provérbios, superstições e adivinhas compiladas, para além da abordagem de alguns factos históricos.

Tem como principal objectivo sensibilizar as crianças para a descoberta da cultura da própria terra de modo a reforçar a sua identidade. Ninguém sabe verdadeiramente quem é sem conhecer a sua história, a história da comunidade em que nasceu e cresceu, numa relação constante com o meio envolvente, no caso presente a grande unidade geográfica e cultural que é o Vale do Neiva.

   

J. Joaquim Beirão      


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IDENTIDADE E TRADIÇÃO

     'IDENTIDADE E TRADIÇÃO'' é o título de um livro publicado pela Associação Olho Meirinho, composta por jovens da freguesia de Fragoso.

     No trabalho que apresentamos –  um valioso contributo para a cultura local – a Associação empenhou-se de modo muito competente em identificar, localizar e descrever os marcos que definem os limites da freguesia.
     Serviu-se para isso de elementos constantes no Tombo de Fragoso elaborado nos anos de 1769/1770 e da colaboração de pessoas mais idosas que possuíam um conhecimento muito preciso dos sítios onde os marcos se encontravam. Para definir as coordenadas de cada um dos marcos que são referidos no trabalho recorreu aos meios de definição topográfica que a técnica hoje oferece, como sejam, GPS e satélite, bem como ao seu registo em foto e vídeo digitais.
     Uma das características deste trabalho é a apresentação do circuito que interliga os marcos em forma de percursos denominados Trilhos: Trilho do Penedo da Raposa, Trilho de S. Gonçalo e Trilho das Barreiras. Faculta, para isso, as informações necessárias a quem pretender segui-los e desejar constatar, nos diferentes locais do monte, por onde passam os limites da freguesia, bem como comtemplar as lindas paisagens que, em determinados pontos, a vista encantam.
    Como disse acima, este trabalho assinala um importante contributo para a cultura local. Compete-nos a todos nós, população de Fragoso, colaborar para que esta dinâmica não esmoreça, proporcionando a estes jovens o apoio necessário na recolha do património cultural comum que se encontra disperso ou esquecido de modo a enriquecer o considerável espólio documental legado pelos nossos antepassados.

J. Joaquim Beirão 
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Esgotado..

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GRUPO DESPORTIVO DE FRAGOSO
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ÉPOCA 2003 - 2004
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O autor, Prof. Domingos José Lopes da Silva, refere, na introdução do seu livro,  que "a história marca as pessoas, marca as instituições, perpetua-se no imaginário, no fantástico de todos quantos se identificam e lutam por causas". Refere ainda que o GDF "possibilitou a muitos jovens a prática desportiva" lançando um apelo para que se "continue a apoiar este símbolo de Fragoso, hoje mais eclético, mas que não descura a marca que o viu nascer". Relata, de seguida, um breve historial do GDF. (Transcrito deste sítio).

Despois de descrever as classificações conseguidas nos campeonatos em que o GDF participou, bem como a indicação dos respectivos presidentes, o autor debruça-se sobre toda a actividade do Grupo Desportivo discriminando, em pormenor, o trabalho realizado na época de 2003-2004. Estamos perante uma compilação de dados que vai desde algumas fotografias das instalações desportivas à apresentação, de modo individualizado acompanhado de foto, de cada um dos elementos que integraram o grupo na referida época. Segue-se então uma análise mais detalhada sobre a actuação dos jogadores, onde aborda a assiduidade, as convocatórias, o tempo de  jogo, a disciplina, os golos marcados (e sofridos) e os resultados obtidos no decorrer da época que permitiram ao GDF o 5º lugar na classificação final da 1ª Divisão da A. F. de Braga.
Este trabalho do Prof. J. Silva, na qualidade de prepador físico, foi realizado em colaboração com o treinador, Carlos Figueiredo Pereira.

J. Joaquim Beirão   
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SANTUÁRIO

 DE

NOSSA SENHORA DA AGONIA

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O P.e. Beirão, enquanto capelão do Santuário de Nossa Senhora da Agonia em Viana do Castelo, de 1963 a 1976, colaborou com alguns artigos e poemas no «Roteiro de Viana», publicado anualmente, no mês de Agosto, por ocasião das Festas da Agonia.

Num dos artigos publicados, o P.e Beirão descreve a história do Santuário que teve origem numa ermida erecta em 1614 pelo P.e João Jácome do Lago.

Dessa colaboração nasceu esta "Separata do «Roteiro de Viana», de Agosto de 1972.








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AS CANÇÕES TRADICIONAIS PORTUGUESAS
   
NO ENSINO DA MÚSICA

   

    Este livro, da autoria da Prof. Rosa Maria Torres, "é o resultado de várias experiências de estudos que tenho feito nos últimos dez anos” e dos “ensinamentos e ideias que trouxe da Hungria” e que estão na base da “metodologia e conceitos filosóficos apresentados de Z. Kodály (1882-1967), grande compositor e pedagogo húngaro”.
    Constitui, por isso, uma investigação feita “sobre os cancioneiros musicais portugueses mais representativos tentando encontrar melodias interessantes para o ensino tanto nos aspectos musicais como literários.
Estes conceitos têm sido desde então a base da minha experiência como docente do conservatório de música de Braga onde foi possível demonstrar a viabilidade do método Kodály em Portugal”

V. Voz de Fragoso, N.º 117, 1988.P. 2.
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O MUNDO DA SAUDE

UM APAIXONANTE DESAFIO


    O Dr. P.e Augusto Vila Chã, que trabalha na Pastoral da Saúde desde 1979, apresenta neste livro "as qualidades que devem orientar aqueles que se dedicam à pastoral da saúde.
    1- Qualificada: realizada por pessoas preparadas cristã, intelectual, técnica e humanamente;  2 - Criativa: capaz de responder com novas metodolgias e acções às mudanças que se operam continuamente na sociedade; 3 - Fiel: à mensagem de Cristo e ao homem de hoje; 4 - Humildade: que oferece, mas não impõe, não se convence que tem  respostas para tudo, nem muito menos possui toda a verdade; 5 - Crítica: procura causas, examina, estuda, avalia; 6 - Eclesial: realizada por pessoas que se sintam Igreja, vivam jubilosamente esta presença; 7 - Educadora da Fé: ajuda a amadurecer a fé mediante a palavra, a solicitude, a paciência, a bondade, a caridade, o espírito altruísta e oração; 8 - Iluminadora: propõe o sentido que a mensagem cristã dá à vida, à saude, à doença, à dor, etc."

Voz de Fragoso, 2003, N.º 138, P. 2.
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AO SERVIÇO DA VIDA


PARA UMA ASSISTENCIA MAIS HUMANA AO DOENTE



Neste segundo trabalho o Dr. P.e Augusto Vila Chã desenvolve vários temas sobre a assistência ao doente, designadamente:

1 - O Doente e as primeiras Comunidades: A experiência de Jesus de Nazaré; A experiência das primeiras comunidades; Algumas conclusões projectivas.
 2 -  O Doente e as nossas Comunidades Paroquiais: A Paróquia é uma comunidade; A Paróquia projecta-se para o Reino de Deus; Algumas aplicações;
3 - Conclusão.

MODOS PASTORAIS DE AJUDA AO DOENTE
O doente como agente da pastoral da saúde; Os voluntários junto dos doentes e deficientes; Celebração do Viático fora da Missa; Presença e convívio com deficientes e idosos; A comunidade cristã e os doentes; Ao serviço da vida; Testemunhos; Ajudar a morrer; A dignidade do moribundo; Dizer a verdade aos doentes?.
       



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A ARTE DE CONFORTAR

REFEXÕES SOBRE A PASTORAL DA SAÚDE NOS HOSPITAIS


    Augusto Gonçalves Vila-Chã, S. 1., nasceu em 1934, em Fragoso, Barcelos. Ingressou na Companhia de Jesus em 1954. Estudou Filosofia em Braga, Teologia em Granada­-Espanha e Teologia Pastoral da Saúde no Camillianum - Roma. Foi ordenado sacer­dote em 1966.
    Prestou serviço, como Director Espiritual e Professor, no Seminário de Dili- Timor, em 1973. Regressou ao Continente onde assumiu diversas missões pastorais, tais como: Capelão do Hospital de S. Marcos, em Braga, durante vinte e cinco anos; membro da Comissão de Ética deste hospital e da Casa de Saúde do Bom Jesus; fundador da Fraternidade Cristã dos Doentes, tendo sido assistente adjunto da equipa internacional deste movimento. Nesta qualidade, participou em várias jornadas internacionais sobre Pastoral da Saúde em Espanha, Canadá, México, Puerto Rico, Argentina e Brasil. É Coordenador do  Departamento Arquidiocesano da Pastoral da Saúde de Braga, desde 1976.

    Editor e director da Carta do Amigo, Boletim bimestral, destinado aos doentes, aos seus familiares e aos profissionais da saúde, onde durante 27 anos abordou temas referentes à Pastoral da Saúde, a que se devem juntar numerosas entrevistas a órgãos de informação.





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O DOM DAS LÁGRIMAS
orações da antiga liturgia cristã
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"As antigas liturgias cristãs estavam presentes com orações próprias para ajudar na compunção, com o dom das lágrimas, para obter a purificação: "... retira da nossa dureza a compunção das lágrimas. Longo pranto por nossos pecados concede, pois, vendo-nos assim Te compadeces e obtemos remissão."
Foram algumas dessas orações que o Dr. P.e Joaquim foi desentranhar em documentos antigos em colaboração com o colega José Tolentino Mendonça.

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Voz de Fragoso, N.º 134, 2002, P. 5.
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HILDEGARD VON BINGEN

FLOR BRILHANTE

No presente livro, o Dr. P.e Joaquim Félix de Carvalho, em colaboração com o colega Tolentino Mendonça, apresenta-nos a tradução de trabalhos de Hildegarda de Bingen. Uma mulher de dimensão invulgar, que viveu na Idade Média, tendo sido 'abadessa, escritora, música, pintora, visionária, uma mulher espiritual dotada de grande coragem, capaz de influenciar reis e pontífices, numa cristandade ensombrada por tensões'.

V. Voz de Fragoso,N.º 144, 2005, P. 8
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PUBLICAÇÕES
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VOZ DE FRAGOSO
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A "Voz de Fragoso",  publicação trimestral, foi fundada  em  1970 pelo pároco resignatário, P.e Manuel Martins de Sá.
No editorial do Nº 1, o P.e Sá refere que o objectivo do jornal será levar  a todos os fragosenses, residentes e não residentes,  o "conhecimento do viver, das aspirações, das alegrias e tristezas da nossa gente".
E objectivo foi conseguido:  com grande esforço da  sua  parte,  já  vai  no  seu 34º ano a que corresponde o nº 140, com uma apresentação gráfica actual digna de realce.
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OLHO MEIRINHO
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A fundação do jornal "Olho Meirinho", de edição trimestral, corresponde a uma iniciativa de um grupo de jovens de Fragoso, com data  de Setembro de 2002.
"É um espaço dos jovens e para os jovens" mas pretende também "comunicar com a comunidade".
"Abordar temas relacionados com o ambiente, tradição, Comunidade Europeia, emprego ..." e  "sensibilizar para aspectos (...) importantes no nosso quotidiano" traduz o ideal  destes jovens empenhados.
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ECO DAS ESCOLAS
AGRUPAMENTO DE FRAGOSO
  
Este jornal, de publicação periódica, além de ser um elo de ligação entre as escolas do Agrupamento e a comunidade, pretende ser um contributo "para valorizar a participação consciente dos alunos na vida escolar e social, ajudando-os a descobrir a sua capacidade de iniciativa, criatividade e sentido de responsabilidade."   Editoral, Nº 1.
Ver edição eletrónica na página da Escola: http://www.avef.pt/
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Por j.j.saleiro beirão..

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